Projeto: Todo mundo é diferente -análise da auto-imagem

Todo mundo é diferente Atividade para análise da auto-imagem
Durante meu estágio de séries iniciais, trabalhei o projeto TODO MUNDO É DIFERENTE. Umas das atividades que realizei, foi a de análise da auto-imagem. Disponibilizei para a turma bonecos de EVA nas cores, branco, pele, marrom e ocre e também roupas recortadas em tecido no tamanho dos bonecos, além de diversos outros materiais como: olhos móveis, mini flores de biscuit, lá, botões.
A Atividade consistia em cada aluno escolher o boneco, as roupas e materiais para confeccionar suas imagens. Depois da criação, cada aluno apresentou o seu boneco para a turma, explicando porquê fez daquela maneira. Está atividade nos ajuda a perceber nossos alunos, pois com ela eles nos mostram suas personalidades, auto-estima e características. Com os bonecos prontos fizemos um painel para exposição na sala.

I- Objeto detonador e problematização: Tema:
IDENTIDADE O projeto tem o objetivo de fazer com que a criança de um modo global conheça seu corpo, descubra que o indivíduo está presente em todas as comunidades, relacionando-se com outros seres e com todo o ambiente em que vive. Trabalhar os cuidados com o corpo e a interação da criança com sua comunidade escolar, familiar, enfim, a sociedade é de suma importância. II- Justificativa:
Nessa fase é importante que os alunos adquiram, aproveitem todas as oportunidades para valorizar a vida, o meio onde vivem e todas as pessoas que fazem parte desta história. Conhecendo-se de maneira global, a criança poderá não só vivenciar situações reais, mas integrar-se como ser crítico, autônomo, questionando mudanças, atitudes e valorizando-se no seu desenvolvimento. III- Perfil do grupo: Crianças de cinco anos de idade, participativas, com grande interesse nas atividades propostas. Estão começando a descobrir o processo de construção da escrita e da leitura.
IV- Objetivos: Conceituais _ Conhecer as partes do corpo e órgãos do sentido; _ Nomear as partes do corpo e os órgãos do sentido; _ Reconhecer a existência de diferentes formas, tamanhos e funções dos órgãos do nosso corpo: _ Ampliar o vocabulário; _ Ler e interpretar imagens; _ Estabelecer relações de família e moradia; _ Conhecer as relações entre o homem e o ambiente em que vive. Procedimentais; _ Explorar textos a partir do auto conhecimento; _ Coletar dados por meio de pesquisas e observações; _ Produzir textos; _ Observar e analisar fatos, situações de forma a garantir a boa qualidade de vida; _ Confeccionar bonecos; _ Registrar experiências vividas pelo grupo. Atitudinais _ Respeitar e valorizar seu corpo, sua família, seu lar e todas as diferenças; _ Apreciar e ler vários tipos de textos; _ Possibilitar a integração com as pessoas e o ambiente; _ Trocar efetivas experiências onde se estabelecerá características diferentes em termos de cor, raça, físico, pessoal, cultural, social; _ Desenvolver o auto conceito.
V- Janelas: Linguagem oral e escrita; Matemática; Movimento; Música; Artes visuais; Natureza e sociedade
VI- Etapas: 1- Organizar as crianças na rodinha de forma que todas possam olhar-se e interagir. Conversar sobre a evolução das crianças. Mostrar fotos de bebes, crianças, adolescentes, adultos e velhos. 2- Colocar uma música clássica, em dupla, as crianças deverão ficar de olhos fechados, tocando cada parte do corpo do colega. Conversar sobre cada parte do corpo e questionar para que cada uma serve. 3- Dar início ao portifólio. "Bilhões de pessoas vivem no planeta Terra e fazem parte dele. Todas elas são importantes, inclusive você." Desenhe você no quadro. 4- Visão- Mostrar figuras coloridas pequenas, médias e grandes, figuras preta e brancas, mostrar de longe e de perto, sempre perguntando o que estão vendo. 5- Audição- Brincar de identificar sons de instrumentos, vozes , da natureza, barulhos em geral, falar alto e baixo. Através dessas brincadeiras provocar para que percebam a importância da audição. 6- Olfato- Distinguir diferentes cheiros com os olhos vendados. Dizer os cheiros que agradam e desagradam, provocando-os até perceberem a importância do olfato. 7- Paladar- Provar diferentes tipos de alimentos com os olhos vendados, perceber a importância do paladar. 8- Tato- Sentir diferentes texturas. Criar uma caixa fechada onde só a mão caiba, dentro dela devem conter diferentes materiais. Perceber a importância do tato. 9- Procurar em revistas figuras dos sentidos e montar no portifólio. 10- "Quando nascemos, recebemos nome e sobrenome. Nosso nome geralmente é escolhido por nossos pais. Nosso sobrenome é igual ao de nosso pai, ao de nossa mãe ou ao dos dois." Responder as perguntas. 11- Pedir a cópia da certidão de nascimento. "Hoje é meu aniversário, um dia sem igual! Eu queria que hoje fosse feriado nacional!" Desenhe uma de suas festas de aniversário. Pedir para as crianças trazerem fotos de um aniversário. Responder as perguntas. 12- "Somos diferentes um dos outros. Cada um tem seu jeito de agir e de pensar." Completar o boneco. No teatro, fazer a brincadeira da boneca de lata( Bia Bedran ) 13- Cole sua foto no quadrinho e depois ligue-as as suas características. Cortar tiras de papel kraft para medir mensalmente as crianças. 14- Desenhe algumas atividades que você realiza diariamente, na seqüência que elas acontecem. 15- "Toda criança tem o direito de brincar e de se divertir bastante." Escreva e desenhe seu brinquedo preferido e com quem você gosta de brincar. 16- "Toda criança tem o direito de ter uma família e de receber proteção e cuidados especiais, para crescer e se desenvolver com saúde." Desenhe sua família. 17- Mostrar os trios familiares ( revista guia prático para professoras da educação infantil). scolher um rio e montar uma história coletiva, para as crianças fazerem a cópia. 18- "As famílias são diferentes umas das outras, e o modo como se organizam também é diferente. Cada família tem suas regras." Pesquisa para casa. Responder as perguntas. 19- Pesquisa para casa. Pedir para os pais completarem a árvore genealógica, se possível, colocar a foto de cada familiar. Expor no cantinho do projeto. 20- "Todas as pessoas necessitam de um lugar para morar e no qual se protegem do frio, do calor, da chuva e do vento. Há diversos tipos de casas, ou moradia. As casas são construídas em locais diferentes, com diversos tipos de material." Cole figuras de vários tipos de moradias. 21- "Toda criança tem o direito de uma casa digna para morar." Desenhe sua casa e responda às perguntas. 22- "Sou muito importante em sua vida. Aqui você aprende a ler, a escrever, a cantar, a calcular, a conviver com pessoas diferentes. Aqui você também pode desenhar, praticar esportes, brincar e criar. Sou sua escola!!" Desenhe sua escola. 23- "Ajude a manter a sala de aula sempre limpa e arrumada." Responda as perguntas de acordo com a legenda. 24- Responda as perguntas e desenhe. Desembaralhe as letras dos nomes de seus colegas. 25- Caminhe pela escola e responda as perguntas. 26- Desenhe nos quadros as pessoas indicadas, cada uma realizando seu trabalho. 27- "Toda criança tem o direito de ir à escola." Preencha a cruzadinha. 28- Construir os bonecos de meia calça e jornal. 29- Finalizar o projeto com uma apresentação musical com os bonecos.

VII- Duração: Aproximadamente um bimestre. VIII- Avaliação: Observar o comportamento dos alunos; hábitos de trabalho, relacionamento com os amigos e professora, cumprimento das tarefas escolares, atitudes positivas ou negativas com relação às atividades, capacidade de cooperação. Trabalhos escritos ou de outra natureza qualquer produzidos espontaneamente. VIII- Avaliação: Observar o comportamento dos alunos; hábitos de trabalho, relacionamento com os amigos e professora, cumprimento das tarefas escolares, atitudes positivas ou negativas com relação às atividades, capacidade de cooperação. Trabalhos escritos ou de outra natureza qualquer produzidos espontaneamente.
PROJETO: “QUEM SOU EU?!” Fase II - B Período: Tarde Duração: Um semestre  JUSTIFICATIVA: Este projeto foi idealizado por sentir a necessidade de proporcionar aos alunos um conhecimento mais amplo de si mesmo, das várias nuances do ser humano, com enfoque nas áreas cognitivas, sócio-afetiva e corporal, inseridos dentro do atual contexto sócio-histórico, e também conhecer a função da escola dentro da sociedade, os alunos ingressam na escola sem saber qual a razão porque estão sendo levados à escola, sendo que muitas vezes os pais passam a idéia de que ir à escola para “ganhar” comida, lanche, e também para brincar com outras crianças. Percebemos a necessidade de levar não só as crianças bem como as famílias a perceber que ir a escola é uma das formas de adquirir ou rever o conhecimento que cada criança traz consigo. OBJETIVOS: - Proporcionar ao aluno a apropriação de sua identidade. - Conhecer a história e o significado de seu nome; - Desenvolver a atenção para futura identificação de partes do corpo humano e os órgãos dos sentidos; - Construção de outros valores de vida. - Aquisição de novas formas de relações. CONTEÚDOS: CONCEITUAIS: * Identificação de si mesmo, do próximo, do ambiente que vive e do ambiente escolar. PROCEDIMENTAIS : * Participação em pesquisas. * Exploração de retratos. * Compartilhar experiências vividas. ATITUDINAIS: * Integração com os colegas e adultos no ambiente escolar. * Respeito e valorização de si próprio e com os colegas. JANELAS : Linguagem Oral e Escrita: - Rodas de conversas, - Leitura e escrita do nome, - Parlendas, - Advinhas, - Trava – língua, - Histórias. Matemática: - Seqüência numérica, - Contagem, - Função dos números, - Grafia de números, - Leitura de números. &n bsp; Artes: - Desenho, - Pintura, - Recorte e colagem, - Modelagem, - Apreciação. Natureza e sociedade: - Esquema corporal, - Órgãos dos sentidos, - Animais de estimação.
Movimento: - Circuitos, - Brincadeiras, - Psicomotricidade. Música: - Interpretar músicas infantis, - Ouvir músicas clássicas e populares. ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS: - Preparar o material para a Dinâmica de iniciação, “Tesouro”. - Providenciar fotos dos alunos para as atividades de auto -retrato. - Providencias material para os alunos Desenharem seus auto – retratos. - Elaborar pesquisas sobre a história dos nomes dos alunos. - Juntar revistas para serem usadas nas pesquisas em classe pelos alunos. - Confeccionar material de pesquisa e observação para uso dos alunos referentes as diferentes características físicas dos seres humanos.(pessoas altas, baixas, gordas, magras, brancas, negras, etc.). - Pesquisar os significados dos nomes da turma. - Prepara material necessário para desenvolver as seqüências de atividade a serem trabalhadas durante o projeto. (anexas ao projeto).
ETAPAS: - Em roda aplicar a dinâmica “Tesouro”. - Incentivar a observação das igualdades e diferenças no grupo, (cor dos olhos, cabelos, altura, etc.). - Propor o agrupamento de acordo com as igualdades presentes no grupo, (comprimento do cabelo, altura, meninos e meninas, etc.). - Iniciar as seqüências de atividades pela ordem proposta a baixo. SEQUÊNCIAS DE ATIVIDADES: 1- Auto – Retrato. 2- História do Nome. 3- Atividades com nomes. 4- Esquema corporal. 5- Altura e peso. 6- Órgãos dos sentidos. 7- Número do sapato. 8- Animais de estimação. PRODUTO FINAL: Álbum Individual e mural coletivo.

Projeto Nosso Corpo

Como surgiu...Na rodinha do dia 29 de março demos início ao projeto nosso corpo conversando sobre o que já sabemos a respeito e o que queremos descobrir e onde descobrir. Sabemos que o nosso corpo tem cabeça, olhos, pés, mãos, nariz, boca, já conhecemos todas as partes do corpo até sabemos que temos um coração e um cérebro.
Problematização e "ponta pé" inicial
Nesta conversa inicial as crianças sabiam para que servem os olhos, mas pensavam que bastava ter olhos para poder ver, acreditavam que o nariz só servia para respirar. E por conta disto trabalhamos inicialmente os 5 sentidos.
Desenvolvimento
Para demonstrar que para ver é necessário que se tenha luz, pegamos uma caixa com um brinquedo dentro e fizemos um buraco para as crianças verem o que estava dentro da caixa, mas não dava para ver nada por que estava tudo escuro, depois fizemos outro buraco para que a luz entrasse e assim descobrimos o mistério da caixa.
Na oficina de culinária fizemos uma deliciosa salada de fruta e brincamos de descobrir com os olhos vendados que fruta estávamos comendo, depois experimentamos sal e açúcar. Registramos esta atividade confeccionando frutas de massinha e procurando figuras em revista de alimentos doces e de alimentos salgados.
Também fizemos nossos "cheiradores", onde cada potinho de iogurte tem um cheiro diferente, um com cheiro de café, outro com sabonete, um bonequinho fedorento o Maroto Bafo de Esgoto e outros. Percorremos o caminho dos cheiros , procurando identificar por onde passaram o perfume e a cebola , caminhamos por toda a creche cheirando as maçanetas.
Fizemos duas caixas do tato, uma com pedrinhas e outra com espuma, assim experimentamos o duro e o macio. Para experimentar o áspero fizemos uma linda pintura com tinta guache e sal e desenhamos na lixa com giz.
Confeccionamos um jogo dos sons, procuramos em revistas figuras que emitem som, com por exemplo, a figura de um cavalo, de um macaco, de um celular... e depois brincamos de fazer o som da figura para os demais colegas adivinharem.
Lemos livros relacionados ao projetos: "Tato, o polvo", "Olfato", "Dentro da gente".
Confeccionamos vários tipos de bonecos: com bola de encher, com batata (Sr. Batata), contornamos o nosso corpo e preenchemos as partes dele desenhando com hidrocor, contamos quantos olhos, mãos, dedos, nariz, boca... temos no corpo.
O projeto Nosso Corpo possibilitou que as crianças experimentassem diversas sensações diferentes: cheiro bom e ruim, áspero e liso, claro e escuro, gosto do doce e do salgado e agora pretendemos continuar trabalhando com o corpo parte II, descobrindo o que temos dentro da gente.

Projetos Pedagógicos Educação Infantil -Arco-Íris

Projetos Pedagógicos Educação Infantil


Arco-Íris


Projeto: Arco-Íris
Indicado para: maternal e 1º período


1) Tema: Arco-Íris

2) Objeto Detonador: Este projeto tem o objetivo de fazer com que a criança conheça as cores e um pouco das formas.

3) Justificativa pedagógica: É importante nesta fase proporcionar aos alunos a visualização e exploração do universo das cores, ajudando assim a criança a identificá-las.

4) Perfil do Grupo: Crianças de dois a quatro anos, em descobrimento das coisas do mundo

5) Objetivos pedagógicos:

Conceituais:
• Nomear cores.
• Identificar cores e formas.
• Reconhecer as diferentes cores.
• Desenvolver percepções visuais e auditivas.
• Ampliar vocabulário.
• Identificar as letras do alfabeto.

Procedimentais:
• Aprender a usar as cores.
• Conhecer e nomear as cores.
• Ampliar vocabulário
• Reconhecer as cores e formas utilizadas pelo mundo.

Atitudinais:
• Apreciar as artes visuais.
• Demonstrar e interessar-se pelo mundo social e natural.
• Reconhecer, identificar e valorizar as cores.

6) Janelas:
• Artes visuais.
• Linguagem escrita e oral.
• Matemática.
• Natureza e sociedade.
• Música.
• Alfabeto.

7) Etapas pedagógicas:
- Conversar sobre as cores primárias e secundárias e sobre as formas (quadrado, círculo, triângulo e retângulo).
- Falar com as crianças sobre o arco-íris, se sabem o que é, se já viram algum.
- Ouvir a música arco-íris da Xuxa, acompanhando o ritmo com a aula.
- Identificar as letras do alfabeto.
- Utilizar raciocínio e lógica para a montagem do quebra cabeça, trabalhando também a coordenação motora.
- Conhecer as diversas cores na atividade de pintar.
- Trabalhar números com a contagem das letras do arco-íris.
- Trabalhar a memorização da criança e reconhecimento de algumas formas geométricas no jogo da memória.
- Trabalhar a seqüência das cores e o reconhecimento do alfabeto.
- Contar a quantidade de cada flor de acordo com as cores das flores.

8) Duração:

• Aproximadamente de uma a duas aulas, de acordo com o nível de aprendizado da turma.

Projetos Pedagógicos Educação Infantil -Dona Árvore

Projetos Pedagógicos Educação Infantil


Dona Árvore


Projeto: Dona Árvore
Indicado para: 1º período e 2º período


1) Tema: Dona Árvore

2) Objeto Detonador: Este projeto tem como objetivo fazer com que a criança conheça a natureza e especialmente as árvores.

3) Justificativa pedagógica: É importante nesta fase proporcionar aos alunos a visualização e exploração da natureza, ajudando assim a criança a aprender a conviver e respeitar a natureza.

4) Perfil do Grupo: Crianças de quatro a seis anos, em descobrimento das coisas do mundo.

5) Objetivos pedagógicos:

Conceituais:
• Nomear partes da árvore.
• Identificar cada parte da árvore.
• Reconhecer as diferentes partes.
• Desenvolver percepções visuais e auditivas.
• Ampliar vocabulário.
• Identificar as letras do alfabeto.

Atitudinais:
• Apreciar as artes visuais.
• Demonstrar e interessar-se pelo mundo social e natural.
• Reconhecer, identificar e valorizar a natureza.

6) Janelas:
• Artes visuais.
• Linguagem escrita e oral.
• Vogais.
• Natureza e sociedade.
• Música.
• Alfabeto.

7) Etapas pedagógicas:
- Conversar sobre a natureza e as árvores, a valorização do meio ambiente e o respeito pelos seres vivos. E a importância do meio ambiente para uma vida melhor.
- Falar com as crianças sobre a árvore, se sabem o que é, se já viram algum e se aprenderam a identificar cada parte dela.
- Ouvir a música Dona Árvore da Bia Bedran, acompanhando o ritmo com a aula.
- Identificar as letras do alfabeto.
- Utilizar raciocínio e lógica para a montagem do quebra cabeça, trabalhando também a coordenação motora.
- Conhecer as diversas cores na atividade de pintar.
- Trabalhar com raciocínio, percepção e linguagem visual no caça-palavras.
- Trabalhar a memorização da criança e reconhecimento da figura anterior no jogo dos sete erros.
- Trabalhar as vogais na formação das palavras.
- Trabalhar a percepção do meio ambiente de cada aluno, para entender melhor o que ele vê de meio ambiente.

8) Duração:

• Aproximadamente de uma a duas aulas, de acordo com o nível de aprendizado da turma.

Projetos Pedagógicos Educação Infantil-Animais Diferentes

Projetos Pedagógicos Educação Infantil

Projeto: Animais diferentes
Coordenadora Pedagógica: Juliana Correa de Abreu

Indicado para: maternal, 1º período e 2º período

1) Tema: Animais diferentes
2) Objeto Detonador: Este projeto tem o objetivo de fazer com que a criança conheça animais de diferentes espécies.
3) Justificativa pedagógica: Nesta fase a criança já pode diferenciar diferentes espécies e tipos de animais existentes.
4) Perfil do Grupo: Crianças de dois a seis anos em fase questionadora e descobrindo o mundo.
5) Objetivos pedagógicos:
Conceituais:
• Trabalhar raciocínio e lógica.
• Desenvolver percepção visual.
• Identificar cores.
• Ampliar vocabulário.
• Identificar as letras do alfabeto.
• Desenvolver quantidade.
Procedimentais:
• Aprender tipos existentes de animais.
• Conhecer e nomear os animais.
• Ampliar vocabulário.
• Reconhecer os animais e espécies que habitam a natureza.
Atitudinais:
• Reconhecer, identificar e valorizar animais e seus habitats naturais.
• Interessar-se pelo mundo natural.
• Apreciar a natureza.
6) Janelas:
• Alfabeto.
• Números.
• Linguagem escrita e oral.
• Artes visuais.
• Natureza e sociedade.
7) Etapas pedagógicas:
- Conversar sobre os tipos e espécies diferentes de bichos, (cavalo, sapo, papagaio, coelho, borboleta, cachorro, cobra, passarinho e peixe).
- Trabalhar a memorização da criança e reconhecimento de algumas espécies de animais e seus nomes no jogo da memória.
- Identificar as características das espécies de animais.
- Identificar espécie e característica de animais que nadam e pintar.
- Identificar e completar consoantes que faltam para completar os nomes dos bichos.
- Trabalhar a percepção visual nas caça-palavras na procura dos nomes dos animais.
- Trabalhar o raciocínio lógico e a percepção visual no jogo dos cinco erros.
- Contar a quantidade de bichinhos repetidos, utilizando os números até 5.
- Utilizar raciocínio e lógica para montar o quebra-cabeça, trabalhando cores no vamos pintar.
8) Duração:
Aproximadamente de uma a duas aulas, de acordo com o nível de aprendizado da turma.

Projeto: Era uma vez

- Identificação
Projeto de Estudo: Era uma vez…
Período de Realização: Agosto e setembro 

Grupo Envolvido: Educadoras e crianças do Infantil 2
Educadoras Responsáveis: ____
Coordenação do Projeto: ____
 
II – Justificativa
A parceria da palavra com a imagem da literatura possibilita a sensibilização do
ser  poético  na  infância.  Com  isso,  os  leitores  iniciantes  costumam  folhear  livros,
revistas,  procurando  ler  imagens  e  criar  enredos  de  acordo  com  a  sua  capacidade
criadora.  Nesse  momento  lúdico  do  ato  de  ler,  é  preciso  sempre  um  ambiente
aconchegante, afetivo, envolvendo-se numa disponibilidade de emoções.
Partindo desse pressuposto, neste semestre, entrelaçado ao Rodízio Literário, estamos desenvolvendo com as crianças do  Infantil 2 o projeto “Era uma vez…”, que
visa  incentivar a  formação de uma comunidade de  leitores, partindo de situações de
encantamento que favoreçam a garotada tomar posse da história e vivenciar a mágica
da leitura.
 
III – Objetivo Geral
Favorecer  o  desenvolvimento  das  capacidades  linguística  e  criadora  das
crianças, fomentando nelas o gosto pela leitura e escrita.
 
IV – Objetivos Específicos
Ampliar o vocabulário;
Identificar elementos que compõem a história;
Estimular a produção de discurso oral e escrito;
Explorar possibilidades dos gestos e movimentos corporais; 

Incentivar as crianças a recontarem histórias, produzindo ideias divergentes;
Estimular a criatividade através de contos e dramatizações;
Perceber detalhes que compõem uma imagem.
 
V – Situações de Aprendizagens
Produção de histórias coletivas, a partir de imagens;
Realizações de narrativas de histórias e produção de recontos;
Dramatizações;
Produção de artes diversas;
Leitura de imagens que retratem diferentes ambientações presentes na história.
 
VIResultado Esperado
Esperamos que, ao final desse projeto, as crianças apresentem maior interesse
pelo ato de desenhar, produzir desenhos orais, bem como exercitado o pensamento
imaginativo.
 
VIICulminância
Exposição das atividades produzidas no decorrer do projeto e o  lançamento de
uma obra literária produzida pelas crianças no IV Salão Literário Casa de Criança.
 
VIII Avaliação
A avaliação acontecerá sistematicamente durante o projeto. Os  registros serão
produzidos  pelas  crianças,  educadoras  e  famílias,  buscando  focalizar  aspectos
positivos do trabalho, bem como assinalar novas propostas de aprendizagem.



Aprendi

Aprendi que se aprende errando…
Que crescer não significa fazer aniversário…
Que o silêncio é a melhor resposta, quando se ouve uma bobagem…
Que trabalhar significa não só ganhar dinheiro…
Que amigos a gente conquista mostrando o que somos…
Que os verdadeiros amigos sempre ficam com você até o fim…

Que a maldade se esconde atrás de uma bela face…
Que não se espera a felicidade chegar, mas se procura por ela…
Que quando penso saber de tudo ainda não aprendi nada…
Que a natureza é a coisa mais bela na vida…
Que amar significa se dar por inteiro…
Que um só dia pode ser mais importante que muitos anos…
Que se pode conversar com as estrelas…
Que se pode confessar com a lua…
Que se pode viajar além do infinito…
Que ouvir uma palavra de carinho faz bem à saúde…
Que dar um carinho também faz…
Que sonhar é preciso…

Que se deve ser criança a vida toda…
Que nosso ser é livre…
Que Deus não proíbe nada em nome do amor…
Que o julgamento alheio não é importante…
Que o que importa realmente é a paz interior…
E, finalmente, aprendi que não se pode morrer, pra se aprender a viver…

Como consertar o mundo!

Um cientista vivia preocupado com os problemas do mundo e estava resolvido a encontrar meios de minorá-los. Passava dias em seu laboratório em busca de respostas para suas dúvidas.

Certo dia, seu filho de 7 anos entrou feliz em seu local de trabalho, decidido a ajudá-lo a trabalhar. Nervoso pela interrupção, o cientista insistiu que o menino fosse brincar em outro lugar. Ao perceber que seria impossível demovê-lo da idéia, o pai procurou algo que pudesse distrair a atenção do garoto. De repente, ao olhar uma revista, deparou com o mapa-múndi! Então pegou uma tesoura e recortou o mapa em vários pedaços; apanhou um rolo de fita adesiva e entrgou os materiais ao filho, dizendo:

- Gosta de quebra-cabeças? Então eu vou lhe dar o mundo em pedacinhos para que você o conserte . Veja se consegue arrumá-lo direitinho! Ah, faça tudo sozinho!

Calculou que a criança levaria dias para montar o mapa. No entanto, poucas horas depois, ouviu a voz do filho, que o chamava calmamente:

- Papai, consegui acabar tudinho!

A princípio, o pai não acreditou nas palavras do garoto. Seria impossível, na sua idade, montar um mapa que jamais havia visto. Relutante, o cientista levantou os olhos de suas anotações, certo de que veria um trabalho digno de uma criança. Para sua surpresa, o mapa estava completo. todas as peças havias sido colocadas nos devidos lugares!
Ainda incrédulo, o pai perguntou ao menino:

- Meu filho, como conseguiu montar o quebra-cabeças se você não conhecia o mapa-múndi?

- Eu não sabia como era esse mapa, mas quando você o recortou fda revista, percebi que, do outro lado havia a figura de um homem. Quando você me deu o mundo para consertar, eu tentei, mas não consegui. Foi aí que me lembrei do homem; então, virei os recortes e comecei a montálo. Quando consegui acertar, virei a folha e percebi que havia consertado o mundo.



Troca de ideías:


De que modo o ato de consertar o mundo está interligado com a ação de corrigir o homem?

Como posso contribuir nessa mudança?
Do livro: “Histórias da sabedoria do povo: um novo modo de refletir sobre os valores”

Carmen Seib - Editora Paulinas

O VENDEDOR DE BALÕES

Era uma vez um velho homem que vendia balões numa quermesse. Evidentemente, o homem era um bom vendedor, pois deixou um balão vermelho soltar-se e elevar-se nos ares, atraindo, desse modo, uma multidãode jovens compradores de balões. Havia ali perto um menino negro.
Estava observando o vendedor e, é claro apreciando os balões.
Depois de ter soltado o balão vermelho, o homem soltou um azul, depois um amarelo e finalmente um branco.Todos foram subindo até sumirem de vista.
O menino, de olhar atento, seguia a cada um. Ficava imaginando mil coisas...
Mas uma coisa o aborrecia, o homem não soltava o balão preto.

Então aproximou-se do vendedor e lhe perguntou:

- Moço, se o senhor soltasse o balão preto, ele subiria tanto quanto os outros?

O vendedor de balões sorriu compreensivamente para o menino, arrebentou a linha que prendia o balão preto e enquanto ele se elevava nos ares disse:

Não é a cor, filho, é o que está dentro dele que o faz subir.



Extraído do livro O ENIGMA DO ILUMINADO de Anthony de Mello.

A ELEGÂNCIA DO COMPORTAMENTO




Existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento.

É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza.

É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais prosaicas, quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto.

É uma elegância desobrigada.

É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam.

Nas pessoas que escutam mais do que falam.

E quando falam, passam longe da fofoca, das maldades ampliadas no boca a boca.

É possível detectá-las nas pessoas que não usam um tom superior de voz.

Nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os outros.

É possível detectá-la em pessoas pontuais.


Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece, é quem cumpre o que promete e, ao receber uma ligação, não recomenda à secretária que pergunte antes quem está falando e só depois manda dizer se está ou não está.


É elegante não ficar espaçoso demais.


É elegante não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao de outro.


É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais.


É elegante retribuir carinho e solidariedade.

Sobrenome, jóias, e nariz empinado não substituem a elegância do gesto.

Não há livro que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo, a estar nele de uma forma não arrogante.

Pode-se tentar capturar esta delicadeza natural através da observação, mas tentar imitá-la é improdutivo.


Educação enferruja por falta de uso.


"LEMBRE-SE de que colheremos, infalivelmente aquilo que houvermos semeado.

Se estamos sofrendo, é porque estamos colhendo os frutos amargos das sementeiras errôneas. Fique alerta quanto ao momento presente. Plante apenas sementes de sinceridade e de amor, para colher amanhã os frutos doces da alegria e da felicidade. Cada um colhe, exatamente, aquilo que plantou."

A Dificuldade de agradar a todos




Muitas pessoas se comportam da forma que imaginam que agradará a todos.

Esta metáfora nos fala da impossibilidade de realizar este objetivo e sobre
a necessidade de confiarmos em nosso julgamento interno.


Em pleno calor do dia um pai andava pelas poeirentas ruas de Keshan junto com seu filho e um jumento.

O pai estava sentado no animal, enquanto o filho o conduzia, puxando a montaria com uma corda.

"Pobre criança!", exclamou um passante, "suas perninhas curtas precisam esforçar-se para não ficar para trás do jumento.

Como pode aquele homem ficar ali sentado tão calmamente sobre a montaria,
ao ver que o menino está virando um farrapo de tanto correr.

O pai tomou a sério esta observação, desmontou do jumento na esquina seguinte e colocou o rapaz sobre a sela.

Porém não passou muito tempo até que outro passante erguesse a voz para dizer:

Que desgraça! O pequeno fedelho lá vai sentado como um sultão, enquanto seu velho pai corre ao lado.

Esse comentário muito magoou o rapaz, e ele pediu ao pai que montasse também no burro, às suas costas.

Já se viu coisa como essa?, resmungou uma mulher usando véu. Tamanha crueldade para com os animais!

O lombo do pobre jumento está vergado, e aquele velho que para nada serve e seu filho abancaram-se como seu o animal fosse um divã.

Pobre criatura! "Os dois alvos dessa amarga crítica entreolharam-se e, sem dizer palavra, desmontaram.

Entretanto mal tinham andado alguns passos quando outro estranho fez troça deles ao dizer:

Graças a Deus que eu não sou tão bobo assim!


Por que vocês dois conduzem esse jumento se ele não lhes presta serviço algum, se ele nem mesmo serve de montaria para um de vocês?

O pai colocou um punhado de palha na boca do jumento e pôs a mão sobre o ombro do filho.

"Independente do que fazemos", disse, sempre há alguém que discorda de nossa ação.

Acho que nós mesmos precisamos determinar o que é correto".

Autor Desconhecido

Projeto de Amizade - Educação Infantil

Educação Infantil
PROJETO AMIZADE – EDUCAÇÃO INFANTIL

1. OBJETIVOS

· Desenvolver competências sociais em crianças de quatro a seis anos

· Mostrar como serem amigas

· Exercitar a identificação, sensibilidade e fala pública sobre diferentes sentimentos

· Destacar como lidarem com as quatro emoções básicas: medo, alegria, tristeza e ira

· Ajudar a expressarem sentimentos que lhes desagradam

2. PÚBLICO-ALVO

· 15 a 20 crianças de quatro a seis anos

3. RECURSOS MATERIAIS E HUMANOS


· Recursos materiais: cartolinas, canetas hidro-cor, revistas velhas

· Outros recursos materiais, caso se faça opção por um treinamento e expressão das múltiplas inteligências (Ver fonte de referência 5º)

· Recursos Humanos: um a dois Mediadores previamente treinados

4. QUESTÕES RELEVANTES

· O que é a amizade?

· Amizade é o mesmo que amor?

· O que é um amigo de verdade?

· Qual a importância de um amigo?

· O que é o medo?

· Que coisas nos fazem felizes?

· Por quê ficamos tristes?

· O que nos deixa com raiva?

· Como não falar a um amigo?

· Como falar a um amigo?

E inúmeras outras do mesmo tipo, levantadas pelas próprias crianças


5. FONTES DE REFERÊNCIA

· ANTUNES, Celso – Alfabetização Emocional. Petrópolis. Editora Vozes. 7ª edição. 1999

ANTUNES, Celso – Fascículo 6 da Coleção Na Sala de Aula / A Alfabetização Moral em Sala de Aula e em Casa, do Nascimento aos Doze anos. Petrópolis. Editora Vozes. 2ª Edição. 2002

· ANTUNES, Celso – Fascículo 7 da Coleção Na Sala de Aula / Um Método para o Ensino Fundamental: o Projeto. Petrópolis. Editora Vozes. 2ª Edição. 2002

· ANTUNES, Celso – A Construção do Afeto. São Paulo. Augustus Editora. 4ª edição. 2001

· ANTUNES, Celso – Fascículo 3 da Coleção Na Sala de Aula / Como Desenvolver Conteúdos Explorando as Inteligências Múltiplas. Petrópolis. Editora Vozes. 2ª Edição. 2002

· LeDOUX, Joseph - O Cérebro Emocional. São Paulo. Editora Objetiva. 1998

· RESTREPO, Luis Carlos – O Direito à Ternura. Petrópolis. Editora Vozes. 2ª edição. 1998


6. COMPETÊNCIAS DESENVOLVIDAS

· Afetividade

· Auto-estima

· Otimismo

· Controle dos impulsos

· Empatia – Compreensão do outro

· Prestatividade e solidariedade

· Sinceridade

· Empatia no ouvir

· Comunicação Interpessoal

· Pensamento dirigido

· Autoconhecimento

· Administração das Emoções

7. FASES DO PROJETO

· ABERTURA

Mediadores, pais, professores, pessoas da comunidade especialmente convidadas discutem e elegem as competências desejadas e a seleção de questões que a culminância do projeto deverá responder.


· O TRABALHO PRÁTICO – ESTRATÉGIAS

PREPARAÇÃO DO ROTEIRO

Os professores e os Mediadores escreverão roteiros de apresentações teatrais simples, cuja duração não deve exceder 15 minutos e que devem vivenciar cenas do cotidiano dos alunos envolvendo temas de relações interpessoais para ajudarem as crianças aprenderem como serem amigas, reconhecerem e falarem sobre diferentes sentimentos, lidarem com verdade e com a mentira, com a ira e com a dor, com o medo e a tristeza, com a alegria e com a felicidade e como expressarem o que lhes agrada e desagrada. Essas pequenas peças podem simular situações do pátio da escola, disputa por lugares, formas de abordagem, etc.


ENSAIO


Para cada encenação haverá um grupo de “atores” e outro de “espectadores”, mas todos os alunos nas diferentes peças desenvolverão ambos papeis. Durante o ensaio não deve ocorrer a prioridade de “lições de conduta” ou julgamento sobre “atitudes certas ou erradas” ainda que o aparecimento destas, possa gerar uma resposta serena e coerente por parte do(s) intermedializador(es). Os Mediadores poderão ou não introduzir o “ponto” com um ator que não aparece, ajudando os atores nas falas a serem praticadas.

APRESENTAÇÃO

A apresentação de cada peça se dará de forma similar a qualquer apresentação teatral.

DEBATES

Após a encenação deverão ocorrer os debates, envolvendo inicialmente apenas os alunos e os Mediadores. Nesse debate deve prevalecer a solicitação de opiniões sobre atitudes, gestos, posturas, ações ainda que as mesmas não devam suscitar julgamentos morais por parte dos professores. Não existe um tempo prescrito previamente para a duração dos debates, embora os Mediadores devam mostrar sensibilidade para não o prolongarem além dos limites do interesse por parte dos alunos envolvidos.

SÍNTESE CONCLUSIVA

Concluído os debates os Mediadores sintetizarão as conclusões gerais, enfatizando o que se levou os alunos a aprenderem com a atividade.

FECHAMENTO

É extremamente importante destacar que os valores e os ensinamentos conquistados necessitem ser retomados em momentos e circunstâncias diferentes, internalizando-se nas atitudes dos professores, contextualizando-se aos temas curriculares desenvolvidos. Em verdade, a encenação, debate e síntese conclusiva jamais deve “encerrar” a atividade, antes abrir espaço para práticas sobre novas formas de relacionamento e emprego constante das habilidades sociais no cotidiano dos alunos.

8. LINGUAGENS APLICADAS

Importante atividade de reforço é, em outra oportunidade, reunir-se os participantes do Projeto solicitando que expressem através de diferentes linguagens – pinturas, paródias, colagens, desenhos, corais, etc. – os valores desenvolvidos e supostamente apreendidos durante a atividade.

Atividade extremamente enriquecedoras é utilizar diferentes estratégias de comunicação, conforme as inteligências humanas suscitadas – lingüistica, lógico-matemática, visuo-espacial, sonora, cinestésico-corporal, naturalista, intra e interpessoal – e organizar painéis ou murais expressando os valores assumidos.

9. AVALIAÇÃO

A forma de avaliação será desenvolvida através da comparação de relatórios organizados por todos os elementos da equipe docente avaliando as atitudes dos alunos em sala de aula e no pátio da escola, antes e depois da realização de cada encenação, enfatizando a eventual permanência, após seis meses ou mais, de valores eventualmente assumidos.

Conteúdos da Pré Escola

Faixa Etária: 02 anos a 6 anos e 11 meses
1- Língua Portuguesa
1.1- Objetivos: Espera-se que a criança:
. Expresse o pensamento com desembaraço:
. Utilize a linguagem como meio de ampliação do pensamento. organizando idéias e sequenciando-as logicamente:
. Identifique a função social da leitura e da escrita. através de múltiplas atividades de linguagem:
. Perceba a relação entre palavras falada e a palavra escrita. iniciando-se. assim. a sistematização da alfabetização.
1.2- Conteúdos: .
. Expressão e interpretação de vivências através de diferentes formas de manifestação: * gesto:
* desenho:
* cores:
* movimentos:
* sons: .
* palavras;
* conversas (relatos, comentários, debates);
* entrevistas.
A expressão oral como forma de comunicação:
* conversas;
· relatos - em seqüência. acontecimentos vivenciados;
· reprodução - em seqüência, histórias, vídeos;
· criação de histórias;
· ampliação do vocabulário.
. Conhecimento das várias modalidades de linguagem: *narrações:
* poemas;
* histórias;
* quadrinhas;
* parlendas;
* trava-língua:
* piadas;
* música;
* adivinhações:
* provérbios.

. O desenho como representação gráfica da idéia;
* pessoas;
* objetos:
* cenas:
* situações:
* desenho livre:

*Diferenciação entre desenho e escrita.
Produção de escrita espontânea (grafismo), r­Compreensão do que e o que ela representa.
Reflexão e operação com a linguagem. na sua função social:
* jornais:
. revistas:
* livros:
* dicionários:
* enciclopédias:
. bilhetes. recados:
. propagandas:
. receitas:
* bulas:
* placas informativas;
* histórias em quadrinhos:
* cartas;
* diários:
* anúncios:
* cartazes:
. listas de nomes. de supermercados. telefones.
· A escrita como representação na fala. --­
· .Reconhecimentos e escrita do seu nome, de seus colegas, objetos. logradouros do seu meio ambiente. r­
· Construção de textos espontâneos, mesmo sem apresentar conversão na escrita:-­
* Reescrita de histórias a partir de leitura e, interpretação de narrativas infanto­-juvenil contos, fábulas, lendas
* relato de experiências, individual e coletiva;
* histórias em quadrinhos;
. paródias.
. Aquisição de base alfabética e do funcionamento do' sistema de representação da
l'íngua escrita:
. escrita como representação da fala e as letras como representação do fonemas;
* as formas e tipos de letras (de forma, cursiva, maiúscula e minúscula);
* as diferentes interpretações dos textos;
* as diferentes maneiras de construir outros textos, a partir de textos lidos.
2- Matemática
2.1- Objetivos: Espera-se que a criança:
. Desenvolva o raciocínio lógico-matemático, através de experiências concretas; . Participe, ativamente, na busca de soluções dos problemas que surgirem,
2.2 - Conteúdos:
. O professor deverá detectar em que momento se encontra o conhecimento da criança nos conceitos referentes a:
* grandeza - maior/menor, grosso/fino, alto/baixo;
* posição - em cima/em baixo. entre, direita/esquerda:
. direção e sentido - para frente/para trás, para direita/para esquerda, para
cima/para baixo. no mesmo sentido/em sentidos contrários. meia volta/uma volta:
. identificar a subtração com uma situação-problema que envolve a Idéia ae tirar.
de comparar ou de completar:
identificar a divisão como uma situação-problema que envolve a Idéia de separar uma coleção. em grupos. com o mesmo nu meros de objetos . Geometria:
exploração sensorial de objetos:
. Distinção de formas:
Percepção da forma como um atributo dos objetos físicos.
Relação espaço-tempo:
exploração espacial dos objetos. do próprio corpo e do meio ambiente:
orientação espacial (posição. direção. lateral Idade):
localização no tempo e sequenclalização.

3- Integração meio física e social
3.1- Objetivos: Espera-se que a criança:
. Se integre melhor ao seu meio físico e socIal. através da estimulação constante:
. Adquira experiências que facilitem a compreensão do mundo que a cerca e as inter­relações que nele ocorrem:
Experimente. observe e investigue.
3.2- Conteúdos:
. Identificar intervalos de tempo:
* hora, dia. semana, mês. ano:
* manhã, tarde. nOite:
* ontem, hoje. amanhã.
. Identificar suas atividades diárias e responsabilidades:
* Levantar. alimentar-se. executar tarefas (em casa e na escola) dormir, higiene
corporal.
* Identificar as próprias características e as das pessoas com as quais convIve em
casa e na escola:
.. Nome. idade, data do seu aniversário;
nomes das pessoas de sua família. relações de parentesco e funções que elas
exercem:
.. Nomes e funções que exercem as pessoas na escola;
.. sua pOSiçãO no contexto familiar e escolar:
* relações existentes entre as pessoas (de parentesco. de amizade, de
cooperação, (de trabalho e de estudo).
. Demonstrar comportamentos adequados de relacionamento e convívio social:
. Formas de cumprimentar as pessoas;
. Atenção e consideração pelo outro;
. Atitude de respeito à propriedade alheia e direito do outro.
. Identificar os direitos e deveres de cada pessoa da família e pela escola;
. Identificar as regras estabelecidas pela família e a escola:
. Estabelecer relações de posição e distância:
*sua posição geográfica na sala de aula:
*a posição da sala de aula em relação ao prédio da escola:
*pontos de referêncIa na vizinhança da escola e da casa:

. Reprodução animal: naSCimento e crescimento aos filhotes
. CaracterístIcas externas ao corpo humano-partes. órgãos ao sentido e características sexuais primarias:
" relação dos órgãos externos com as respectivas funções:
" importância do asseio corporal para manutenção da saúde.
.. Relação entre os órgãos dos sentidos e as percepções do ambiente:
" orientação espacial a partir do corpo da criança: lateral idade. anterioridade e profundidade.
. Algumas funções do corpo humano: alimentação de movimentos respiratórios. pulsação e batimentos cardíacos e aumento de transpiração e eliminação de dejetos:
" relação entre exercícIos físicos e aceleração de movimentos respiratórios.
batimentos cardíacos e aumento de transpiração:
" relação entre a intensidade da transpiração com o aumento da temperatura
ambiente:
" importância da higiene do vestuário. da alimentação e da habitação para a
manutenção da saúde.
. Diferentes etapas do crescimento e do desenvolvimento: recém-nascidos. lactente. pré-escolar. escolar. adolescente e adulto.
. Influência da alimentação no crescirnento e no desenvolvimento:
" ocorrência de algumas doenças próprias da Infância: sarampo, catapora.
coqueluche, etc.:
" importância da vacinação como meio de prevenir algumas doenças próprias da
infância.
4- Educação física
4.1- Objetivos: Espera-se que a criança:
. Explore os movimentos do seu corpo de forma coordenada:
. Localize-se bem no espaço, adquirindo o vocabulário específico quanto á posição,
localização e distância:
. Perceba a relação que eXiste entre seu corpo, objetos e demais seres vivos:
. Aumente sua disPosição física e adquira um refinamento da coordenação motora.
4.2- Conteúdos:
. Conhecer e dominar o próprio corpo - parado e em movimento:
" estruturação do esquema corporal:
" exploração das diferentes posições do corpo (sentado. deitado. ajoelhado);
" percepção dos segmentos do corpo (brancos. pernas. tronco. cabeças e suas
combinações);
" domínio de lateral idade:
" funções vitais do corpo (respirar. comer, pulsar. etc.).
" relações do Indivíduo e espaço ocupado
-pOSiçãO e distância:
. Relação do Indivíduo com os outros:
" socialização:
" autonomia:
" auto-conceito:
" afetividade.
. Desenvolvimento elementar das quantidades fíSicas primárias: andar, correr. saltar. equilibrar. flexionar e estender.

.. a distância percorrida de casa à escola em termos ae peno. longe numero aproximado de quadras.
. Identificar os elementos naturais e culturais eXistentes em seu amOlente:
.. rio. montanha. árvore. terra. céu e outros:
.. a existêncIa dos seres VIVOS:
.. sol. chuva. vento e temperatura:
.. tipos de construção:
.. tipos étnicos - seus hábitos e costumes;
. .. meios de transportes;
.. meios de comunicação.
. Identificar as necessidades básicas do ser humano:
.. alimentação. vestuário. higiene, habitação. afeto. lazer. sono. segurança
comunicação e locomoção.
. Identificar a ação do homem na transformação da natureza para atender suas necessidades:
. Reconhecer na transformação do meio o fruto do trabalho:
. Reconhecer o valor do trabalho cooperativo e organizado:
. Reconhecer os símbolos nacionais:
.. Hino e Bandeira Nacional.
Obs.: Os momentos festivos não devem ser tratados desvinculados do contexto, pois são suscitadores de análise crítica da realidade atual, podendo ser compartilhados com todos os segmentos da escola, pais e comunidade.
.. Ambiente - A matéria
. Reconhecimento de seres e objetos no ambiente;'
. Características dos objetos e seres - forma e tamanho:
.. posição dos objetos e seres ambientes. uns em relação aos outros:
.. posiições dos objetos e seres do ambiente em relação â criança.
. Comparação entre as massas e o tamanho dos objetos e seres:
.. medidas não padronizadas de massas e distâncias:
* medidas padronizadas de distâncIa:
. Classificação dos objetos e seres, segundo critérios variados:
. Objetos que afunda e flutuam na água;
. Algumas propriedades dos materiais-cheiro, sabor e consistência:
. Familiarização e exploração de materiais variados:
* descrever, comparar; reconhecer e identificar quanto à utilidade.
. Relação dos materiais com luz-brilho e transparência:
* materiais de ambiente que são necessários ao homem: madeira. areia, sal,
palha. couro, etc.;
.. materiais que o homem lança no ambiente: lixos, dejetos. fumaça, etc.:
" materiais que podem causar aCidentes ao homem por ingestão, contaminação
da pele, etc., como substâncias tóxicas. água contaminada. alimentos deteriorados ou ingestão de substâncias nocivas;
. Ocorrências de misturas no ambiente:
* processos de separação de misturas utilizadas na vida diária: catação,
peneiração e filtração:
* observação e realização de misturas de materiaiS diferentes (café com leite.
água e sal. água e óleo. água e área. etc.) . Distinção de sexo em alguns animaiS.

. Coordenação motriz (global e seletiva) em situação contextualizada (Jogo ao Faz de conta)
. Iniciação à construção de regras:
desenvolvImento da socialização:
respeito a SI e aos outros:
participação:
situações individuais e coletivas.
Desenvolvimento de hábitos salutares:
noções de higiene pessoal:
postura:
alimentação: vestuário:
.ordem e disciplina
noções de prevenção de aCIdentes.
. Resgate da cultura popular:
" jogos;
.. brinquedos:
.. folguedos.
5- Educação Artística
5.1- Objetivos: Espera-se que a criança:
. Desenvolva o ritmo. descobrindo seu próprio ritmo e percebendo os diferentes: discrimine e reproduza diferentes sons:
. Discrimine estímulos visuais, sonoros, táteis. gustativos e olfativos. manipulando e conhecendo seu próprio corpo:
. Utilize recursos que favoreçam sua percepção e. criatividade:
. Perceba a importância da coordenação nas relações humanas. para seu desenvolvimento social e afetivo.
5.2- Conteúdos:
- Expressão Musical
. Elementos de expressão e comunicação:
. cores:
.. formas:
. expressões fisionômicas.
. Tipos de sons:
. vocais:
.instrumentais:
. naturais
.artificiais:
. ruídos.
. Propriedades dos sons:
.altura - grave (violoncelo),
médios (violão),
agudos (violino);
. duração - longos.
curtos;
.. intensidade - maior ou menor grau de força, para produzir o som:
.. timbre - propriedade que distingue a procedêncIa do som (voz de criança,
cantar do pássaro, som da flauta).
. Ritmo:
· andar:
· batimentos cardíacos:
· movimento respiratório
· relógio.
· Melodia - sucessão organizada de sons:
· Harmonia - combinação simultânea dos sons: . Folclore na educação:
· músicas:
· danças.

- Expressão Corporal
. Jogos e brincadeiras:
· dramatização espontânea e de descoberta;
· dramatização criadora:
· exploração do próprio - no espaço e no plano:
- locomoção:
- orientação espacial:
- manipulação:
- verbalização:
- Interação social.
. Teatro - ao vivo e de anteparo
· fantoche:
· sombra:
· máscaras:
· luvas:
· marionetes.
. Mímica:
. Jogos simbólicos (faz de conta); . Folclore:
· danças:
· festas típicas:
· canções populares:
· circos:
· rodeios:
· desfiles:
· festas religiosas
- Expressão Plástica
. Pintura livre. com uso de materiais diversos:
· folhas:
· legumes:
· mãos
· pincéis
· pé. etc.
. Desenho livre
. Modelagem
· argila:
· papel-machê
· massa. etc.

- Recorte e colagem:
· moldes:
· revistas:
· jornais:
· ilustrações:
· desenhos. etc.
- Montagem ou construção - utilização de sucatas:
· confecção de brinquedos;
· fantoches
-Dobradura (origami)
- Monotipia (técnica de impressão de um desenho):
· exploração;
· descoberta da resultantes de misturas.
-Formas geométricas ­
sólidos simples (cubos. esferas, pirâmides); figuras simples (quadrado, triângulo, círculo);
· de objetos:
· linhas (vertical/horizontal/oblíqua).
- Comunicação gráfica:
painel:
cartazes:
mural:
convites. etc.
3 - Recursos humanos - valorização mútua.
4 - Gestão participativa
5 - Constância de propósitos (objetivos)
6 - Aperfeiçoamento contínuo
7 - Integração
8 - Delegação de competências: autonomia e responsabilidade. 9- Garantia de qualidade: acesso e permanência.
10- Avaliação contínua.
11- Ética
· Símbolos:

Como representação de objetos. pessoas. idéias. situações:
Como transmissor de uma mensagem a todas as pessoas de um grupo (podem ser explorados símbolos conhecidos como: logotipos. sinais de trânsitos. e outros, até chegar aos símbolos matemáticos).
. Classificação:
. reconhecer entre semelhanças e diferenças:
* estabelecer agrupamentos. de acordo com critérios:
. descobrir o critério utilizado em uma classificação:
. explorar noções de Teoria dos Conjuntos (pertinência.
reunião).
inclusão. intersecção.
. Seqüências:
· conceito e determinação do motivo de uma seqüência. com a utilização de:
· movimentos corporais:
· discriminação auditiva:
· manipulação de materiais:
· representações gráficas.
- Seriações utilizando critérios relacionados às noções de: . .mais estreito:
.mais alto:
.mais baixo:
.mais largo, etc.
- Noções intuitivas de medidas de tempo: . .hora:
.dia:
.mês:
.ano:
Noções intuitivas de distância, através de comparações:
.Mais perto;
. Mais longe;
.Números Naturais:
. escrever e nomear números naturais:
* explorar a contagem de rotina:
* comparar quantidades:
* seqüências de números naturais, em ordem crescente ou decrescente; * sucessor e antecessor dos números naturais:
* identificar e utilizar escritas equivalentes de um mesmo número natural.
. Operações:
* identificar a audição como uma situação-problema que envolve a idéia de
juntar:
* identificar a multiplicação como urna situação-problema que envolve uma
audição de parcelas Iguais:

Sugestões para preenchimento do relatório



Observações

É importante considerar, na construção do relatório os seguintes critérios:

• A avaliação deve ser sempre enfatizar os avanços e não apenas os fracassos. Registrar o que o aluno conseguiu e em que progrediu;
• Valorizar e registrar o desenvolvimento sócio-afetivo como: participação, solidariedade, posicionamento, sentimentos;
• É preciso registrar a participação do aluno nos projetos desenvolvidos no bimestre;
• Deve-se proceder relação com o registro anterior;
• Diversificar a redação de um aluno para o outro, buscando se fiel em suas colocações.

Sugestões para iniciar relatórios

• Com base nos objetivos trabalhados no bimestre, foi possível observar que o aluno...
• Observando diariamente o desempenho do aluno, foi constatado que neste bimestre...
• A partir das atividades apresentadas, o aluno demonstrou habilidades em...
• Com base na observação diária, foi possível constatar que o aluno...


Desenvolvimento cognitivo

• O aluno demonstra um ótimo aproveitamento na aquisição da leitura e escrita.
• O aluno apresenta bom desenvolvimento no processo de aquisição da leitura e da escrita.
• O aluno está desenvolvendo-se gradualmente no processo de aprendizagem da leitura e da escrita.
• Encontra-se em desenvolvimento no processo de aprendizagem da leitura e da escrita.
• Tem um bom desenvolvimento cognitivo, mas apresenta dificuldades na leitura, contudo com a realização da recuperação paralela tem apresentado avanços importantes.
• Lê com fluência qualquer tipo de texto, fazendo conexões com a realidade.
• Lê e interpreta os textos trabalhados em aula sem maiores dificuldades.
• Lê com alguma dificuldade, mas demonstra interesse e esforça-se em aprender.
• Escreve, ordena e amplia frases, formando textos coerentes e lógicos.
• Produz frases e pequenos textos com criatividade e entendimento.
• Constrói o conceito lógico-matemático, realizando cálculos com as quatro operações matemáticas.
• O aluno tem especial interesse nas atividades matemáticas.
• Realiza cálculos simples de adição e subtração.
• Realiza cálculos com auxilio de material concreto.
• É curioso, questiona e busca informações.
• Traz para a classe informações de fontes diversas como: radio, tv, jornais e etc.
• Compreende as relações existentes entre os elementos do meio ambiente.
• Compreende a importância da preservação do meio ambiente para o futuro do nosso planeta.
• Adota hábitos de cuidados com o corpo e com o ambiente.
• Nas atividades orais demonstra desenvoltura ...( ou inibição)
• Ocasionalmente troca letras
• Constrói frases criativas e elabora pequenos textos com linguagem e ilustrações significativas;
• Expressa o que pensa relatando, argumentando, avaliando, relacionando, ordenando, generalizando, concluindo...;
• Expressa a escrita representando idéias através de rabiscos, pseudo letras e outros símbolos
• Lê com fluência vários tipos de textos interpretando-os;
• Produz textos escritos com clareza, coerência e coesão;
• Identifica e escreve seu nome completo;
• Observa, descreve, analisa e sintetiza gravuras, reportagens e textos;
• Apresenta dificuldades ortográficas
• Identifica e escreve seu nome completo
• Ainda não faz relação entre o que fala e escreve


Participação- convívio social

• Participa com interesse e produtividade.
• Boa participação nas atividades realizadas em sala.
• Participação tímida nas atividades em sala, embora tenha bom relacionamento com os colegas em classe.
• Demonstra atitudes críticas diante de acontecimentos conflitantes.
• É criativo e comunicativo.
• Coopera com colegas e professora.
• O aluno demonstra interesse nas atividades propostas embora não tenha autonomia para realizá-las sem o apoio da professora.
• Ouve, reproduz e transmite textos oralmente como histórias, recados, noticias entre outros.
• Demonstra curiosidade em relação aos assuntos estudados.
• É cuidadoso e rápido na execução das atividades desenvolvidas.
• Aceita sugestões da professora e dos colegas.
• Manifesta suas opiniões com clareza e objetividade.
• Contribui para a integração e o crescimento do grupo;
• Demonstra inquietude e geralmente se envolve em questões referentes aos colegas;
• Ainda não aceita as regras convencionadas pelo grupo;
• Colabora na construção de regras;
• Interage com o grupo, ouvindo, respeitando e se posicionando;
• Tem um bom relacionamento com os colegas e mostra-se sempre pronto em ajudar;

“Todas as maravilhas que você precisa estão dentro de você.”
(Sir Thomas Browne)
• Reconhece as relações entre fala e escrita;
• Explora várias formas de linguagens e diferentes tipos de suporte textual para ampliação de informações;
• Ouve historias e comentários valorizando impressões afetivas;
• Lê e escreve textos desenvolvendo a compreensão do sistema alfabético, utilizando a escrita de acordo com as concepções e hipóteses que possui no momento;
• Produz textos individuais e coletivamente, utilizando gestos, desenhos, sons movimentos e palavras;
• Distingue a língua escrita da língua oral;
• Demonstra compreensão do sistema alfabético;
• Lê silabicamente palavras, formadas por grupo de silabas compostas por vogal e consoante;
• Produz frases com lógica;
• Produz pequenos textos sem preocupação ortográfica;
• Distingue letras na linguagem oral e escrita;
• Encontra-se na fase pré-silabica, começando a diferenciar letras de números, desenhos ou símbolos.
• Percebe que as letras são para escrever porem ainda não sabe como isso se processa;

Plano de Aula Para Pré-Maternal e Maternal: Os Animais

Objetivos: reconhecer os sons dos animais; identificar as figuras e o som dos animais.
Recursos: garrafas pet, avental transparente e MUC.
Técnicas: dialogada, grupal e dinâmica.
Atividade Inicial:
Será contada a história da “Galinha Ruiva “,  fazer uma versão mais simples, utilizando o avental transparente.
Desenvolvimento:
1ª Atividade:
Os alunos irão confeccionar um cartaz com figuras de animais; eles mostrarão as figuras dos animais para a educadora recortar e colar. Não esqueça eles são muito pequenos para manusear a tesoura.
2ª Atividade:
Será realizada a brincadeira “adivinhe “.
Essa brincadeira é realizada com um saco e bichos de pelúcia; cada aluno irá retirar do saco um bicho, falar o nome e imitar.
3ª Atividade: Roda de Música
Músicas de animais, veja as dicas nesse link.
4ª Atividade: Boliche dos Animais
Essa brincadeira será realizada com garrafas pet , figuras de animais e uma bola.
Um aluno de cada vez joga a bola, primeiro com a mão depois com o pé, observa que animal é representado na garrafa derrubada e diz o nome do animal.
5ª Atividade: Hora do Conto
Será contada a história “Pepeu, o pintinho carijó” de Gerusa Rodrigues Pinto.
Atividade Final: Caixa Surpresa
Os alunos, um de cada vez, irão retirar da caixa uma figura de animal e imitar o som do mesmo.

PLANO DE AULA TEMA: Pequenos Animais de Jardim

TEMA: Pequenos Animais de Jardim


Objetivos de Conhecimentos:
• Estabelecer relações entre características e comportamentos dos seres vivos e condições do ambiente em que vivem;
• Perceber diferenças e semelhanças entre alguns animais que habitam o jardim.
Objetivos de procedimentos:
• Formular perguntas e suposições sobre o assunto de estudo;
• Buscar e coletar informações por meio da observação direta e indireta.
Objetivos de Atitudes:
• Organizar e registrar informações por meio de desenhos e pequenos textos;
• Comunicar, de modo oral, dados e conclusões, respeitando as diferentes opiniões;
• Valorizar o trabalho em grupo, sendo capaz de ação crítica e cooperativa para a construção coletiva do conhecimento.
Atividades:
1º momento:-
Roda de conversas – Tema – Bichinho de Jardim
1. Que tipo de animais podemos encontrar no jardim?
2. Há animais dentro do solo?
3. Há animais que visitam as flores?
4. Embaixo de pedras, em cascas de árvores velhas, há animais?
5. Há animais na água? E no ar?

2º momento:-
Observação:
• Exploração de campo;
- jardim da escola;
- jardim da casa da criança.

3º momento:-
- Confecção da lista de animais;
- Classificação produzida pela classe.
4º momento:-
• Escolha do animal

5º momento:-
- Divisão do campo de observação:
• Habitat;
• Hábitos;
• Anatomia;
• Fisiologia;
- Registros – elaborados pelo grupo;
- Desenhos.

6º momento:-
Sistematização dos conhecimentos;
Classificação

"Camila não quer tomar banho"

"Camila não quer tomar banho" ( preciso readaptá-la ao português do Brasil)
Mas gostei bastante da historinha!

- Camila! Vem tomar banho, filha!
- Oh! Que grande chatice! Já tomei banho ontem! – Exclama a Camila em tom zangado.
- Eu não quero tomar banho! Isso não serve para nada! – Continua a Camila.
- E se calhar vou mingar, como a camisola do Serginho. – Diz ela já assustada.
- Não digas tolices! É muito importante tomar banho. E depois, nunca ninguém mingou!
- Não é verdade, mamã! Olha o avô! Ele dantes era muito grande, mas agora está pequenino! Tenho a certeza que se lavou demais!
- Só dizes disparates, filha! O teu avô envelheceu! – Diz a mamã encolhendo os ombros.
- Olha-te ao espelho, Camila! Tens terra no nariz, as mãos estão todas sujas, os pés também, não cheiras lá muito bem e…
Trriim! Trriim! Trriim!
- Oh! O telefone! – Diz a mamã, dirigindo-se para a sala. – Não saias daí que eu venho já.
- Sabes, Ursinho, se o que a mamã quer é que eu fique limpinha, vou lavar-me eu própria só com a luva de banho! Assim, já não vou precisar de tomar banho na banheira.
Já na casa de banho, a Camila começa então a lavar-se.
- Ponho um pouco de água, mas não muita, um pouco de sabonete, e… Força!... Esfrega-se bem o nariz!
- Agora, vou lavar os pés e as mãos! Pronto! Já não preciso de tomar banho! A mamã vai ficar admirada.
- Vou também pôr um pouco de perfume, para cheirar bem. Já está! Que achas, Ursinho? Eu acho que a mamã tem um perfume esquisito!...
- Cá estou eu! – Diz a mamã ao chegar à casa de banho. – Vamos lá tomar banho, minha querida!
- Já não preciso de tomar banho, mamã! Já estou limpinha e até pus perfume.
- Não é verdade, Camila! Ainda tens terra nas pernas. – Diz a mamã, já a perder a paciência.
- Mas… Que cheiro é este? Cheira tão mal! Camila! Que fizeste com o champô contra os piolhos?
- Aaahhh!!... Depressa, mamã, quero tomar banho!

O video abaixo pode  dar um complemento bem legal para a aula.




Acompanhe também este vídeo:

A higiene bucal que funciona

A higiene bucal que funciona

Faixa etária
0 a 3 anos
Conteúdo
Identidade e autonomia
Objetivo
Ensinar hábitos de higiene bucal para crianças.
Anos
Creche.

Material necessário
Espelhinhos de mão, escovas de dente, pastas sem flúor, porta-escovas e copos descartáveis.

Tempo estimado
O ano todo.
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Desenvolvimento 
1ª etapa  Inicie o trabalho organizando a palestra de um dentista para os familiares das crianças. Convide o grupo a discutir como cuidamos da boca, que materiais usamos para higienizá-la e quais as principais recomendações nessa tarefa.

2ª etapa  Durante o ano letivo, reserve um momento para um encontro entre o dentista e cada turma. Para que eles façam descobertas por conta própria, distribua espelhinhos de mão, possibilitando que explorem gengiva e dentes.

3ª etapa  Organize a rotina da atividade levando em conta os horários, o número de turmas e o total de crianças por classe. As instalações são suficientes para todos? É preciso estabelecer rodízio de horários? Combine com cada professor a estratégia mais adequada.

4ª etapa  Hora de preparar o material e o ambiente da escovação. No banheiro, o ideal é ter uma pia adequada à altura da criança, com um espelho grande o suficiente para permitir a cerca de quatro ou cinco delas escovar os dentes ao mesmo tempo. As escovas, macias e de cabeças pequenas, devem ser trocadas a cada três meses para evitar que as cerdas tortas prejudiquem a escovação. Prefira pastas sem flúor – crianças pequenas são mais suscetíveis à fluorose, intoxicação por excesso de flúor que causa manchas brancas nos dentes e o enfraquecimento deles. Por fim, providencie porta- escovas individuais e devidamente identificados, que mantenham as escovas secas e arejadas.

5ª etapa  Durante a rotina da escovação, forme grupos de no máximo cinco integrantes para dedicar atenção individual e garantir que todos escovem de verdade. Quando um deles trocar a escova com um colega, não desinfete nem use produtos para limpar. O correto é jogar fora por causa do risco de transmissão de doenças. O enxágue também não deve ser coletivo: a bactéria que causa a cárie pode ser transmitida por objetos que entram em contato com a boca. Por isso, utilize copos descartáveis.

Avaliação Verifique o quanto as crianças estão mais independentes e conscientes da importância da escovação. Elabore um diário com fotos dos momentos vivenciados, possibilitando que cada uma sugira registros sobre as novas experiências, contando o que aprendeu. Esse diário pode ser complementado pelos pais que participarem do projeto, relatando como é a escovação em casa.

O Leão e o Ratinho

O Leão e o Ratinho



Um leão, cansado de tanto caçar, dormia espichado à sombra de uma boa árvore. Vieram uns ratinhos passear em cima dele e ele acordou.
Todos conseguiram fugir, menos um, que o leão prendeu embaixo da pata.
Tanto o ratinho pediu e implorou que o leão desistiu de esmagá-lo e deixou que fosse embora.
Algum tempo depois, o leão ficou preso na rede de uns caçadores. Não conseguia se soltar, e fazia a floresta inteira tremer com seus urros de raiva.
Nisso, apareceu o ratinho. Com seus dentes afiados, roeu as cordas e soltou o leão.


Uma boa ação ganha outra.

A Lebre e a Tartaruga

A Lebre e a Tartaruga


Era uma vez... uma lebre e uma tartaruga.
A lebre vivia caçoando da lerdeza da tartaruga.
Certa vez, a tartaruga já muito cansada por ser alvo de gozações, desafiou a lebre para uma corrida.
A lebre muito segura de si, aceitou prontamente.
Não perdendo tempo, a tartaruga pois-se a caminhar, com seus passinhos lentos, porém, firmes.
Logo a lebre ultrapassou a adversária, e vendo que ganharia fácil, parou e resolveu cochilar.
Quando acordou, não viu a tartaruga e começou a correr.
Já na reta final, viu finalmente a sua adversária cruzando a linha de chegada toda sorridente.

Moral da história: Devagar se vai ao longe!

 
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