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Como se processa o Desenvolvimento Musical da Criança?



DESENVOLVIMENTO MUSICAL DA CRIANÇA

Cada crianças é única e desenvolve-se segundo o seu próprio ritmo. No entanto, há um padrão de desenvolvimento no âmbito musical que é comum a todas elas. 



ETAPAS


ANTES DO NASCIMENTO

  • Uma criança no ventre materno ouve sons 20 semanas após a concepção. 


DOS 0 AOS 18 MESES

  • Da concepção até aos 18 meses o seu filho desenvolve-se rapidamente e a sua resposta à actividade musical é não só gratificante mas altamente benéfica para o seu deenvolvimento geral.

  • Quando nascem podem já ouvir sons agudos, podem acalmar-se com sons graves  e localizar sons produzidos à sua frente. Assustar-se-ão com sons repentinos e altos.

  • Por volta das quatro semanas preferem os sons agudos e começam a responder ao som da voz dos pais. São capazes de reconhecer se o som vem de frente ou de trás.

  • A partir dos três meses podem já responder activamente à música através, por exemplo, do balanceamento ou da mudança de posição. Podem já vocalizar sons vogais como o «aaah», «eeeh» ou «oooh».

  • Às 20 semanas começam a reconhecer as vozes familiares e a responder de modo diferente a vozes estranhas. 

  • Por volta dos 6 meses começam a imitar sons.

  • Às 28 semanas começam a olhar em direcção a sons produzidos por cima ou por baixo de si e a distinguir melodias.

  • Aos 9 meses começam a responder a melodias familiares. O seu palrar pode seguir um padrão semelhante.

  •  A partir de 1 ano de idade perderão a capacidade de ouvir sons muito agudos mas começam a descobrir o pulso musical e a criar sons ao martelarem com objectos de brincar.

  •  Algumas crianças dizem as primeiras palavras aos 8 meses. A maioria começa a falar a partir dos 18 meses e algumas demoram mais algum tempo. Cantar para o seu filho pode ajudar a acelerar o processo.


DOS 18 MESES AOS 3 ANOS

  • A partir dos 18 meses as crianças podem começar a responder à música de um modo coordenado.

  • A capacidade da fala pode desenvolver-se mais rapidamente através do canto e da imitação. 

  • - O movimento e a resposta à música podem ajudar a desenvolver a memória e a coordenação mãos/olhos.

  • Aprendem a distinguir sons altos e baixos, rápidos e lentos.

  • Começam a tomar consciência  de uma batida na música e a reconhecer ritmos diferentes.

  • Começam a aprender as palavras de canções simples e a desenvolver a coordenação necessária para tocar instrumentos simples, nomeadamente tambores e campaínhas. Isto sucede quando começam a cooperar com outras crianças.

DOS 3 AOS 5 ANOS

  • As crianças começam a ter maior consciência da intensidade e ritmo dos sons.

  • Aprendem a cantar canções mais complexas à medida que evoluem as suas capacidades de fala e as suas cordas vocais.

  • Enfrentam melhor as sofisticadas variações da música.

  • Tem mais prazer em tocar e explorar novos sons de novos instrumentos musicais. 


DOS 5 AOS 7 ANOS

  • As crianças adquirem maior força vocal, aumentando a sua amplitude. 

  • Desenvolvem uma melhor memória musical através da repetição de canções e de padrões. Começam a compreender conceitos musicais simples.

  • São capazes de tocar instrumentos simples de percussão e, dada a oportunidade, serão capazes de elaborar curtas melodias em instrumentos de teclas e xilofones.

  • Algumas crianças podem desenvolver por esta altura uma paixão pela música pop, embora também possa acontecer mais cedo.

  • Esta é uma idade crucial que necessita de encorajamento porque muitas crianças, especialmente os rapazes, páram naturalmente de cantar e mostram-se relutantes em continuar com a prática de instrumentos musicais. 


DOS 7 AOS 11 ANOS

  • As crianças podem actuar e compor com uma maior confiança.

  • Talvez possam querer aprender um instrumento.

  • Tornam-se mais familiarizadas com computadores e começam a descobrir a tecnologia musical.

  • Desenvolvem o gosto pela música. - Aprendem a improvisar.

  •  - Começam a discutir e a avaliar a música. 

 

DOS 11 AOS 14 ANOS

  • Começam a experimentar as alterações físicas decorrentes da puberdade e adolescência.

  • A partir dos 11 anos, a voz dos rapazes começa a mudar e a das raparigas tornar-se mais profunda. Estas alterações podem ocorrer muito mais tarde.

  • Podem «adoptar» um instrumento musical ou até dois.

  • Podem eventualmente decidir fazer um exame no ensino oficial. 

  • Desenvolvem a técnica vocal e a expressão vocal.

  •  Podem começar a aprender a pensar a música de uma forma mais crítica e analítica.

  • Ganham conhecimentos mais avançados em computadores e em Tecnologias de Informação e Comunicação.

  • Podem começar a pensar em enveredar por uma carreira musical.

  • Desenvolvem a sua própria identidade musical.

  •  Podem desenvolver uma paixão pelos desafios que a música proporciona.  


DOS 14 AOS 16 ANOS

  • Podem começar a pensar em seguir apenas o ensino da música.

  • Podem começar a pensar em seguir uma carreira na música, seja como DJ ou como maestro de musica clássica.

  • Se não aconteceu já, a voz dos rapazes começa a mudar e a das raparigas torna-se mais profunda. 

  • Aprendem a articular as suas opiniões sobre música e a justificar as suas paixões musicais. - Podem decidir aprender a tocar um ou dois instrumentos.   


16  E MAIS ANOS

  • Podem começar a planear a entrada no ensino universitário musical. - Podem começar a concretizar o início de uma carreira musical.  

SE UM CACHORRO FOSSE PROFESSOR...





Se um cachorro fosse professor, você aprenderia coisas assim:

Quando alguém que você ama chega em casa, corra ao seu encontro.

Nunca perca uma oportunidade de ir passear.

Permita-se experimentar o ar fresco do vento no seu rosto.

Mostre aos outros que estão invadindo o seu território.

Tire uma sonequinha no meio do dia e espreguice antes de levantar.

Corra, pule e brinque todos os dias.

Tente se dar bem com o próximo e deixe as pessoas te tocarem.

Não morda quando um simples rosnado resolve a situação.

Em dias quentes, pare e role na grama, beba bastante líquidos e deite debaixo da sombra de uma árvore.

Quando você estiver feliz, dance e balance todo o seu corpo.

Não importa quantas vezes o outro te magoe, volte e faça as pazes novamente.

Aproveite o prazer de uma longa caminhada.

Se alimente com gosto e entusiasmo.

Coma só o suficiente.

Seja leal.


E o MAIS importante de tudo....

Quando alguém estiver nervoso ou triste,
fique em silêncio, fique por perto e mostre que você está ali para confortar.

Aprendi

Aprendi que se aprende errando…
Que crescer não significa fazer aniversário…
Que o silêncio é a melhor resposta, quando se ouve uma bobagem…
Que trabalhar significa não só ganhar dinheiro…
Que amigos a gente conquista mostrando o que somos…
Que os verdadeiros amigos sempre ficam com você até o fim…

Que a maldade se esconde atrás de uma bela face…
Que não se espera a felicidade chegar, mas se procura por ela…
Que quando penso saber de tudo ainda não aprendi nada…
Que a natureza é a coisa mais bela na vida…
Que amar significa se dar por inteiro…
Que um só dia pode ser mais importante que muitos anos…
Que se pode conversar com as estrelas…
Que se pode confessar com a lua…
Que se pode viajar além do infinito…
Que ouvir uma palavra de carinho faz bem à saúde…
Que dar um carinho também faz…
Que sonhar é preciso…

Que se deve ser criança a vida toda…
Que nosso ser é livre…
Que Deus não proíbe nada em nome do amor…
Que o julgamento alheio não é importante…
Que o que importa realmente é a paz interior…
E, finalmente, aprendi que não se pode morrer, pra se aprender a viver…

Como consertar o mundo!

Um cientista vivia preocupado com os problemas do mundo e estava resolvido a encontrar meios de minorá-los. Passava dias em seu laboratório em busca de respostas para suas dúvidas.

Certo dia, seu filho de 7 anos entrou feliz em seu local de trabalho, decidido a ajudá-lo a trabalhar. Nervoso pela interrupção, o cientista insistiu que o menino fosse brincar em outro lugar. Ao perceber que seria impossível demovê-lo da idéia, o pai procurou algo que pudesse distrair a atenção do garoto. De repente, ao olhar uma revista, deparou com o mapa-múndi! Então pegou uma tesoura e recortou o mapa em vários pedaços; apanhou um rolo de fita adesiva e entrgou os materiais ao filho, dizendo:

- Gosta de quebra-cabeças? Então eu vou lhe dar o mundo em pedacinhos para que você o conserte . Veja se consegue arrumá-lo direitinho! Ah, faça tudo sozinho!

Calculou que a criança levaria dias para montar o mapa. No entanto, poucas horas depois, ouviu a voz do filho, que o chamava calmamente:

- Papai, consegui acabar tudinho!

A princípio, o pai não acreditou nas palavras do garoto. Seria impossível, na sua idade, montar um mapa que jamais havia visto. Relutante, o cientista levantou os olhos de suas anotações, certo de que veria um trabalho digno de uma criança. Para sua surpresa, o mapa estava completo. todas as peças havias sido colocadas nos devidos lugares!
Ainda incrédulo, o pai perguntou ao menino:

- Meu filho, como conseguiu montar o quebra-cabeças se você não conhecia o mapa-múndi?

- Eu não sabia como era esse mapa, mas quando você o recortou fda revista, percebi que, do outro lado havia a figura de um homem. Quando você me deu o mundo para consertar, eu tentei, mas não consegui. Foi aí que me lembrei do homem; então, virei os recortes e comecei a montálo. Quando consegui acertar, virei a folha e percebi que havia consertado o mundo.



Troca de ideías:


De que modo o ato de consertar o mundo está interligado com a ação de corrigir o homem?

Como posso contribuir nessa mudança?
Do livro: “Histórias da sabedoria do povo: um novo modo de refletir sobre os valores”

Carmen Seib - Editora Paulinas

O VENDEDOR DE BALÕES

Era uma vez um velho homem que vendia balões numa quermesse. Evidentemente, o homem era um bom vendedor, pois deixou um balão vermelho soltar-se e elevar-se nos ares, atraindo, desse modo, uma multidãode jovens compradores de balões. Havia ali perto um menino negro.
Estava observando o vendedor e, é claro apreciando os balões.
Depois de ter soltado o balão vermelho, o homem soltou um azul, depois um amarelo e finalmente um branco.Todos foram subindo até sumirem de vista.
O menino, de olhar atento, seguia a cada um. Ficava imaginando mil coisas...
Mas uma coisa o aborrecia, o homem não soltava o balão preto.

Então aproximou-se do vendedor e lhe perguntou:

- Moço, se o senhor soltasse o balão preto, ele subiria tanto quanto os outros?

O vendedor de balões sorriu compreensivamente para o menino, arrebentou a linha que prendia o balão preto e enquanto ele se elevava nos ares disse:

Não é a cor, filho, é o que está dentro dele que o faz subir.



Extraído do livro O ENIGMA DO ILUMINADO de Anthony de Mello.

A ELEGÂNCIA DO COMPORTAMENTO




Existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento.

É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza.

É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais prosaicas, quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto.

É uma elegância desobrigada.

É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam.

Nas pessoas que escutam mais do que falam.

E quando falam, passam longe da fofoca, das maldades ampliadas no boca a boca.

É possível detectá-las nas pessoas que não usam um tom superior de voz.

Nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os outros.

É possível detectá-la em pessoas pontuais.


Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece, é quem cumpre o que promete e, ao receber uma ligação, não recomenda à secretária que pergunte antes quem está falando e só depois manda dizer se está ou não está.


É elegante não ficar espaçoso demais.


É elegante não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao de outro.


É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais.


É elegante retribuir carinho e solidariedade.

Sobrenome, jóias, e nariz empinado não substituem a elegância do gesto.

Não há livro que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo, a estar nele de uma forma não arrogante.

Pode-se tentar capturar esta delicadeza natural através da observação, mas tentar imitá-la é improdutivo.


Educação enferruja por falta de uso.


"LEMBRE-SE de que colheremos, infalivelmente aquilo que houvermos semeado.

Se estamos sofrendo, é porque estamos colhendo os frutos amargos das sementeiras errôneas. Fique alerta quanto ao momento presente. Plante apenas sementes de sinceridade e de amor, para colher amanhã os frutos doces da alegria e da felicidade. Cada um colhe, exatamente, aquilo que plantou."

A Dificuldade de agradar a todos




Muitas pessoas se comportam da forma que imaginam que agradará a todos.

Esta metáfora nos fala da impossibilidade de realizar este objetivo e sobre
a necessidade de confiarmos em nosso julgamento interno.


Em pleno calor do dia um pai andava pelas poeirentas ruas de Keshan junto com seu filho e um jumento.

O pai estava sentado no animal, enquanto o filho o conduzia, puxando a montaria com uma corda.

"Pobre criança!", exclamou um passante, "suas perninhas curtas precisam esforçar-se para não ficar para trás do jumento.

Como pode aquele homem ficar ali sentado tão calmamente sobre a montaria,
ao ver que o menino está virando um farrapo de tanto correr.

O pai tomou a sério esta observação, desmontou do jumento na esquina seguinte e colocou o rapaz sobre a sela.

Porém não passou muito tempo até que outro passante erguesse a voz para dizer:

Que desgraça! O pequeno fedelho lá vai sentado como um sultão, enquanto seu velho pai corre ao lado.

Esse comentário muito magoou o rapaz, e ele pediu ao pai que montasse também no burro, às suas costas.

Já se viu coisa como essa?, resmungou uma mulher usando véu. Tamanha crueldade para com os animais!

O lombo do pobre jumento está vergado, e aquele velho que para nada serve e seu filho abancaram-se como seu o animal fosse um divã.

Pobre criatura! "Os dois alvos dessa amarga crítica entreolharam-se e, sem dizer palavra, desmontaram.

Entretanto mal tinham andado alguns passos quando outro estranho fez troça deles ao dizer:

Graças a Deus que eu não sou tão bobo assim!


Por que vocês dois conduzem esse jumento se ele não lhes presta serviço algum, se ele nem mesmo serve de montaria para um de vocês?

O pai colocou um punhado de palha na boca do jumento e pôs a mão sobre o ombro do filho.

"Independente do que fazemos", disse, sempre há alguém que discorda de nossa ação.

Acho que nós mesmos precisamos determinar o que é correto".

Autor Desconhecido

 
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